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Principia Mathematica - Volume One

Autor Alfred North Whitehead, Russell Bertrand
en Limba Engleză Paperback – 21 feb 2009

Remarcăm în Principia Mathematica - Volume One un efort intelectual fără precedent de a reduce întreaga matematică la un set de axiome logice. Structura materialului este organizată deductiv, pornind de la principiile fundamentale ale logicii propoziționale și ale teoriei seturilor, pentru a construi, pas cu pas, un sistem formal riguros. Alfred North Whitehead și Bertrand Russell introduc aici celebra teorie a tipurilor, menită să rezolve paradoxurile care fragilizau fundamentele matematicii la începutul secolului XX. Metodologia utilizată este una a preciziei absolute, unde fiecare definiție și teoremă este derivată dintr-un limbaj simbolic pur, eliminând ambiguitatea limbajului natural. Descoperim aici nu doar un manual de logică, ci un monument al gândirii analitice. Ritmul lecturii este dictat de complexitatea demonstrațiilor, fiind un text care solicită o atenție sporită la detalii și o familiaritate cu notația logică. Această ediție în limba engleză de la Merchant Books oferă acces la textul integral al primului volum, esențial pentru înțelegerea evoluției filosofiei analitice. Acoperă aceeași arie tematică precum Introduction to Logic de Patrick Suppes, dar cu o abordare mult mai profundă și teoretică, concentrându-se pe construcția de bază a sistemului, în timp ce Suppes se axează pe aplicații practice ale inferenței. De asemenea, dacă The Palgrave Centenary Companion to Principia Mathematica oferă o perspectivă istorică și critică asupra impactului lucrării, volumul de față rămâne sursa primară indispensabilă pentru orice studiu serios în domeniul combinatoricii sau al logicii matematice.

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Preț: 25046 lei

Puncte Express: 376

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Livrare economică 29 mai-12 iunie


Specificații

ISBN-13: 9781603861823
ISBN-10: 1603861823
Pagini: 684
Dimensiuni: 191 x 235 x 37 mm
Greutate: 1.26 kg
Editura: Merchant Books
Locul publicării:United States

De ce să citești această carte

Această carte este pilonul central al logicii moderne. Cititorul câștigă acces direct la argumentația originală a lui Whitehead și Russell, înțelegând cum au fost soluționate paradoxurile logice majore. Este o achiziție obligatorie pentru studenții la matematică și filosofie care doresc să stăpânească fundamentele sistemelor formale și să exploreze rigoarea care a modelat gândirea științifică a secolului trecut.


Descriere scurtă

An Unabridged, Digitally Enlarged Printing Of Volume I of III: Part I - MATHEMATICAL LOGIC - The Theory Of Deduction - Theory Of Apparent Variables - Classes And Relations - Logic And Relations - Products And Sums Of Classes - Part II - PROLEGOMENA TO CARDIANL ARITHMITIC - Unit Classes And Couples - Sub-Classes, Sub-Relations, And Relative Types - One-Many, Many-One, And One-One Relations - Selections - Inductive Relations

Descriere

Eram duas e meia da manhã quando Levi, Antônio e Arnaldo andavam pelas calçadas sujas de sua cidade. Estavam vagando a mais três horas sem nada pra fazer, Levi odiava fazer isso, preferia estar em casa assistindo TV e comendo, mas sempre acompanhava os amigos porque não gostava de ficar sozinho. Chegaram à antiga estação de trem da cidade que já desativada havia muitos anos. “Vamos embora daqui, eu odeio esse lugar” – pediu Levi tentando não parecer aterrorizado. “Deixe de ser medroso” – respondeu Arnaldo. “Vamos até a casa abandona da colina e dar uma olhada, estou precisando de uma aventura.” – completou ele com a voz excitada. Antônio riu e começou a andar em direção a casa, os outros dois o seguiram. Chegaram ao portão de entrada e olharam aquela imensa construção, era linda e tenebrosa ao mesmo tempo. Os três jamais viram alguém morando naquele lugar, o dono da propriedade a trancou a mais de cinqüenta anos e não voltou mais, nunca vendeu ou alugou. Os moradores da região até evitavam passar perto com medo, diziam que o lugar era assombrado. Anos atrás o filho do prefeito daquela cidade estava se casando com uma moça que morava ali. No dia do casamento, a melhor amiga da noiva a levou para a casa do prefeito dizendo que queria mostrar-lhe algo. Chegando lá elas sobem até o quarto onde o noivo dormia e o encontram na cama com outra mulher. Em um momento de desespero a noiva desce até a cozinha pega uma faca e mata o noivo e a amante. Momentos depois, ela não conteve a agonia e enfiou a faca em seu coração. Supostamente os fantasmas dos três ficaram na casa onde diz à lenda que o fantasma da noiva tortura os outros dois. Arnaldo foi o primeiro a entrar, pulou o portão e foi em direção a casa. Olhou para trás e viu os outros dois pulando também e continuou até chegar à porta. Levi ficou parado no meio do caminho. “Eu não entro ai, estou sentindo mal, alguma coisa me diz que agente deveria ir embora.” – disse o rapaz com voz tremula. Os outros dois não deram importância. Voltaram-se para casa e olharam pela janela. Eles se espantaram porque podiam ver muito bem o que tinha dentro da casa somente com a iluminação da lua que entrava pelas janelas. A sala de entrada era enorme e toda a mobília parecia estar lá, porem coberta com lençóis. “Opa, a porta da frente esta aberta.” – Disse Antônio já abrindo a porta. Os dois entraram, o lugar era lindo, descobriram alguns móveis e viram que estava tudo intacto, parecia que alguém estava cuidando de tudo. Antônio decidiu subir para o próximo andar e ver se achava algo interessante. Arnaldo foi ver outro cômodo. Momentos depois Arnaldo escuta Antônio descendo as escadas. “Vamos embora, Levi esta nos esperando lá fora.” – Gritou Arnaldo para que seu amigo pudesse escutá-lo. Antônio não respondeu, Arnaldo se virou para ir até a saída e deu de cara com alguém, não pode ver quem era porque a luz vinha de trás da pessoa então só via a silhueta. Uma coisa ele tinha certeza, estava vestida de noiva. Seu corpo congelou então ele riu tentando disfarçando o susto. “Muito boa essa Antônio, quase me mata de susto. Vamos embora, já tive muito pra uma noite, esse lugar esta me dando arrepios.” – disse Arnaldo irritado. Antônio continuou calado. Arnaldo ficou inquieto olhando o suposto amigo e começou a andar em sua direção, a silhueta também se movia ao seu encontro. Algo mudou na visão de Arnaldo, parecia que a silhueta puxou uma faca de lado e ele começou a ficar preocupado e parou de andar. “Brincadeira tem limite Antônio.” – gritou ele. A silhueta também parou de andar, a luz da lua iluminou seu rosto e Arnaldo gritou. A imagem o aterrorizou e ele se arrependeu de ter entrado na casa. Ali na sua frente estava o fantasma da noiva, seu rosto podre e olhos vazios não expressavam sentimento e mesmo assim ele sentiu que ela o ia matar. “Antônio!” – foi a única coisa que ele conseguiu gritar, pois o terror o mantinha congelado e sem ar. Antônio desceu as escadas rapidamente, quando viu a cena correu direto pra porta gritando. A porta estava trancada, ele a esmurrava, chutava e puxava, mas ela não abria. Levi estava bem perto, mas parecia que não via ou escutava nada. A noiva não deu muita atenção a ele e continuava a encarar Arnaldo que por sua vez correu para ajudar o amigo com a porta. “Você pensou que iria escapar de mim por toda eternidade querido?” – disse o fantasma se aproximando dos dois. A noiva agarrou Arnaldo pelo cabelo e apunhalou no coração. O rapaz ficou agonizando por um tempo enquanto Antônio fazia sua última oração. “Some daqui você não tem nada a ver com esse traste.” – disse a noiva enquanto abria a porta. “Não, por favor Antônio” – gritou Arnaldo. Antônio se espantou ao ver o espírito de Arnaldo sendo segurado pela noiva. Escutou um barulho do outro lado da sala e viu o fantasma de outra mulher que parecia estar sofrendo muito. Lembrou-se da lenda daquela casa e então entendeu que seu amigo era a reencarnação o noivo que de alguma maneira teria escapado da tortura eterna. Ele correu e levou Levi embora com ele. Contou a história a todos mais ninguém acreditou. O corpo de Arnaldo nunca foi encontrado pela policia que vasculhou toda a casa e os arredores. Antônio foi internado em um hospício alguns meses depois, dizia estar sendo assombrado pelos três fantasmas. E quanto a casa, continua lá, sozinha e sombria, talvez esperando sua visita...